Irmã Ulrika Nisch

Introdução

Ulrika grandeA vida de Ir. Ulrika foi muito simples e curta. Vivenciava todas as dificuldades a partir de um espírito religioso sadio e hauria forças na oração constante  e   viva.     Nasceu em 18/09/1882, franzina e delicada. Filha de um casal de pessoas honestas, trabalhadoras, de vida humilde. Precisou trabalhar desde cedo como doméstica. Entrou para o Instituto das Irmãs de Caridade da Santa Cruz, em 1904 e morreu vítima de tuberculose em 1913. Foi Beatificada, pelo Papa João Paulo II em 01/11/1987.

           

Um pouco da vida da serva de Deus                                                          

Biberach Central – Oberdorf, em Baden Württemberg, na Alemanha é rodeada de pastagens verdejantes e grandes áreas cultivadas entre matas verde-escuras de pinheiros e faias.  Essa é a  terra natal da serva de Deus Irmã Ulrika Nisch. Ela nasceu em 18/09/1882. Filha de Ulrich Nisch e Clotilde Dettenrieder.

No dia seguinte ao nascimento, os padrinhos Engelberto Engler e Gertrudes   Metzger  levaram a criança à Igreja de Biberach Central, para o Batismo. Recebeu o nome  do Santo de Assis, “Francisca”.

Desde cedo, Deus preparou Francisca para a vocação religiosa. Os pais eram religiosos. Os primeiros seis anos, Francisca passou na casa da avó, em Oberdorf. A avó e tia Gertrudes eram profundamente religiosas, esmeravam-se na educação cristã da menina.

Grande impulso foi em sua vida a primeira comunhão, feita aos 13 anos. E no mesmo ano  a crisma, fortalecendo a alma para uma vida de testemunho. Foi na infância que nasceu nela aquele amor ardente e forte ao Cristo Eucarístico, que mais tarde seria uma das suas características.

 

"No Santíssimo Sacramento o Amor nos aguarda. Lanço todas as preocupações e intenções no oceano do seu coração para que tudo seja consumido."

                                                                                                                                                                                 

Aos 16 anos Francisca assumiu um emprego em Sauggart que era superior as suas forças: serviço de casa, cuidado das crianças pequenas e da mulher doente que lhe amargava a vida. Francisca aguentava firme sem jamais se queixar da situação durante um ano. 

Com 22 anos, atendendo aos apelos do Senhor Jesus, Franciska chega a decisão de entrar para o convento. Assim, no dia 17/10/1904, ficou marcada a data para a sua chegada, em Hegne, Convento das Irmãs de Caridade da Santa Cruz, na Alemanha.  

Ulrika jovemSegundo os costumes da Congregação, a jovem aspirante foi mandada, em maio de 1905, a Zell-Weierbach/Offenburg, para um estágio de provação. Terminado aquele período de prova, no dia 24 de abril de 1906, a jovem Francisca, após um retiro preparatório de dez dias, foi admitida ao  noviciado, onde recebeu o nome de seu pai, Ulrika.  Na data de 24/04/1907, Ir. Ulrika pronunciou a fórmula de seus Votos. No dia seguinte da sua Profissão Religiosa, ela foi enviada ao seu local de trabalho: a cozinha onde permaneceu por  cinco anos trabalhando, tempo suficiente para sempre mais profundar sua intimidade com Deus.

Na primavera de 1912, manifestou-se a doença que a levaria à morte. Quando foi ao médico, já havia quatro semanas que se percebia nela uma forte rouquidão: Era tuberculose pulmonar e laringiana que minava sua vida.

Certa ocasião, consciente da gravidade da doença, durante a visita do seu tio e sua irmã, em uma conversa, ela disse, ao tocar no assunto da morte:..."Oh, eu morro de bom grado. Morrer é bonito" e ainda pouco antes de sua morte ela comentou: "Nosso Senhor quer que eu morra assim como vivi. A seu tempo, Ele fará o que lhe aprouver."

Já nos últimos instantes de vida que lhe restavam, agonizando, Irmã Ulrika ouviu que uma Irmã no quarto vizinho, teve um forte acesso de tosse. Disse então a enfermeira que fosse para lá, pois aquela Irmã tinha mais necessidade de ajuda.

Enquanto a Irmã atendia a doente no quarto vizinho, ela voou para o céu, "despretensiosa como sempre viveu." Ir. Ulrika morreu no dia 08/05/1913. 

kripta ulrikaSua vida foi muito simples e curta. Nada fez de extraordinário, mas soube viver extraordinariamente bem o cotidiano. Sempre servidora, humilde e orante, soube ser tudo para todos. Teve sempre um amor apaixonado por Jesus Eucarístico e por seu Sagrado Coração. Foi um exemplo de dedicação à Santa Cruz e ao Mistério Pascal a tal ponto que depois de falecida, recebeu uma cruz com a insigne: “Na Cruz está a Salvação”. Ela é para nós um sinal maravilhoso de esperança. 

Foi beatificada no dia 01/11/1987 pelo Papa João Paulo II e suas relíquias, repousam na cripta do Convento das Irmãs em Hegne, Alemanha, lugar de romaria e de encontro com Deus bondoso e misericordioso.

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